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29.abr.2022

“Ninguém nunca cortou imposto aqui no Brasil, sempre se criava alguma coisa mais.”

É FALSO que o governo Bolsonaro tenha sido o único a diminuir impostos no Brasil. Em busca por decisões semelhantes de gestões anteriores, Aos Fatos identificou iniciativas de redução na carga tributária nos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Em janeiro de 2000, por exemplo, a gestão FHC reduziu de 9% para 6% a alíquota de importação de petróleo e derivados para cumprir um acordo feito no âmbito do Mercosul. Reduções nos impostos sobre os combustíveis também ocorreram nas gestões de Dilma Rousseff, quando houve diminuição na Cide, e de Michel Temer, que reduziu por dois meses o PIS/Cofins que incidia sobre o óleo diesel. Além disso, houve redução no IPI nos governos Lula e Dilma, diminuição em impostos de importação e desoneração de produtos da cesta básica na gestão Dilma e a redução temporária das alíquotas incidentes sobre remessas ao exterior no mandato de Temer.

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REPETIDA 9 VEZES. Em 2022: 03.mar, 09.mar, 15.mar, 16.mar, 17.mar, 25.mar, 08.abr, 29.abr.

Tema: Economia. Origem: Entrevista

Em 1.459 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.685 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 30 de Dezembro, 2022


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23.mar.2019

“[Israel] nem petróleo tem.”

A declaração é FALSA. Apesar de a maior parte do petróleo consumido em Israel ser importada, o país tinha em janeiro de 2016 uma reserva estimada de 14 milhões de barris em seu território e nas regiões ocupadas na Síria, segundo dados da EIA (Administração de Informação de Energia dos EUA, na sigla em inglês). Parte das reservas está no Mar Morto, outra, descoberta em 2015, está na Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel desde 1967.

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REPETIDA 18 VEZES. Em 2019: 23.mar, 11.abr, 11.jun, 04.ago, 05.set. Em 2020: 14.mai, 23.mai. Em 2021: 01.mar, 24.ago, 31.ago, 05.out, 09.out, 14.out, 09.nov, 25.nov, 16.dez. Em 2022: 04.fev, 09.ago.

Tema: Economia, Relações internacionais. Origem: Discurso

23.mar.2019

“O Brasil nada deve para o mundo no tocante à preservação de meio ambiente. Se for levar em conta as nossas áreas e as áreas deles.”

Como o país não aparece na primeira colocação nem na porcentagem de área florestal preservada, nem no ranking mundial de sustentabilidade, não é possível dizer que o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente. Se Bolsonaro estiver falando de área de florestas preservadas, o Brasil ocupa a 30ª posição. Em 2015, segundo o estudo do Banco Mundial, o país possuía 59,9% de sua área preservada. A afirmação continuará incorreta mesmo se o presidente se referir ao grau de sustentabilidade do país. O Brasil, no último Enviromental Perfomance Index, apareceu na 69ª posição.

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REPETIDA 40 VEZES. Em 2019: 22.jan, 23.mar, 27.jun, 27.jul, 24.set, 11.dez. Em 2020: 05.jun, 17.jun, 25.jun, 03.set, 05.set, 17.set, 18.set, 24.set, 06.nov, 07.nov, 02.dez, 03.dez. Em 2021: 09.fev, 29.abr, 13.mai, 24.ago, 25.ago, 30.ago, 22.set, 23.set, 04.nov, 29.nov. Em 2022: 04.abr, 12.abr, 13.abr, 04.mai, 03.jun, 10.jun, 13.jun, 29.jun, 27.jul, 11.set.

Tema: Meio ambiente. Origem: Discurso

23.mar.2019

“Depois fazendo uma campanha gastando menos de US$ 1 milhão. Sem televisão.”

Ainda que tenha realmente gastado menos de US$ 1 milhão em campanha, Bolsonaro teve tempo de TV reduzido apenas no primeiro turno; no segundo, teve direito aos mesmos dez minutos do adversário, Fernando Haddad (PT). Por isso, a declaração foi classificada como FALSA. Segundo o extrato final da prestação de contas, a campanha de Bolsonaro gastou R$ 2.456.215,93, ou US$ 758 mil, considerando a cotação do dólar à época da declaração. Já o tempo de TV no primeiro turno das eleições presidenciais varia de acordo com o tamanho da bancada eleita para a Câmara dos Deputados na última eleição. Quando coligações são formadas, o tempo a que cada sigla tem direito é somado. Em 2018, Bolsonaro, que não fez coligações para sua campanha, teve oito segundos do tempo de propaganda no rádio e na TV no primeiro turno. Já no segundo o ex-deputado federal teve direito aos mesmos dez minutos de seu oponente, Fernando Haddad.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 21.mar, 23.mar, 02.abr.

Tema: Eleições. Origem: Discurso

22.mar.2019

“A Unasul, sempre disse no Brasil, que era um nome de fantasia do Foro de São Paulo.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) foi fundada em 2008 para facilitar o diálogo e a cooperação entre as nações latino-americanas. Formada por 12 países, o bloco nada tem a ver com o Foro de São Paulo, organização que reúne partidos de esquerda de várias nações da América Latina e do Caribe. Apesar de ter sido criada em uma época em que vários países da região eram governados por gestões de esquerda, a Unasul não tem caráter partidário. Ela ficou inoperante em 2017, em razão de disputas pela posição de comando, e foi deixada pelo Brasil em 2018.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 21.mar, 22.mar.

Tema: Ideologia. Origem: Entrevista

22.mar.2019

“Se eu fosse xenófobo, machista, misógino, racista, como é que justifica eu ter ganho as eleições no Brasil? Mentira, fake news.”

A declaração é CONTRADITÓRIA porque Bolsonaro já proferiu falas homofóbicas, machistas e xenofóbicas em outros momentos. Em 2011, ele foi condenado a pagar indenização por danos morais coletivos em razão de falas homofóbicas. Em entrevistas, o presidente já defendeu que mulheres deveriam receber salários menores. E, em 2015, Bolsonaro chamou imigrantes de “escória do mundo” durante uma entrevista. Na própria entrevista à Fox News, o presidente se contradisse ao proferir declarações xenofóbicas e homofóbicas, como quando afirmou que “a maioria do imigrantes não têm boas intenções”, que pessoas podem ter relações homossexuais, mas “nós não podemos permitir trazer essa discussão para a sala de aula” e que “a definição de família é apenas a existente na Bíblia”.

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Tema: Família Bolsonaro, Preconceitos. Origem: Entrevista

21.mar.2019

“Nós acabamos por decreto de extinguir 20 mil cargos. O compromisso era 20 mil, foram 21 mil.”

A declaração de Bolsonaro é EXAGERADA. O presidente realmente publicou um decreto no Diário Oficial da União no dia 12 de março enxugando a máquina pública, mas foram eliminados apenas 159 cargos comissionados, o restante dos cortes foram em gratificações (3.492) e funções (17.349), segundo levantamento do jornal O Globo. Diferentes dos cargos, que inmplicam na contratação de novos funcionários, os adicionais são pagos a servidores efetivos do governo federal por desempenharem algum papel além do qual ele foi aprovado em concurso público. Vale lembrar que 31,4% (6.587) dos cargos e adicionais cortados já estavam vagos quando o decreto foi assinado por Jair Bolsonaro.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 14.mar, 21.mar.

Tema: Equipe de governo. Origem: Live

21.mar.2019

“Unasul é o nome fantasia do Foro de São Paulo.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) foi fundada em 2008 para facilitar o diálogo e a cooperação entre as nações latino-americanas. Formada por 12 países, o bloco nada tem a ver com o Foro de São Paulo, organização que reúne partidos de esquerda de várias nações da América Latina e do Caribe. Apesar de ter sido criada em uma época em que vários países da região eram governados por gestões de esquerda, a Unasul não tem caráter partidário. Ela ficou inoperante em 2017, em razão de disputas pela posição de comando, e foi deixada pelo Brasil em 2018.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 21.mar, 22.mar.

Tema: Ideologia. Origem: Live

21.mar.2019

“O Foro de São Paulo é aquele grupo criado nos anos 90 com vários atores da América do Sul para tratar daquele grande acordo que os países, entes de esquerda, entidades como o grupo terrorista Farc. As Farc fez parte naquele momento também. Os países se ajudando de modo que todos eles pudessem chegar um dia à presidência e transformassem a América do Sul na grande pátria bolivariana deles.”

Não existe nenhum indício de que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) integraram formalmente o Foro de São Paulo. No livro “Foro de São Paulo: construindo a integração Latinoamericana e Caribenha”, de Roberto Regalado e Valter Pomar, não há nenhum registro de que as Farc participaram dos encontros de fundação do grupo. A Colômbia foi representada por dois partidos: o Partido Comunista Colombiano e a União Patriótica. As Farc são citadas no documento, no entanto, como tema discutido pelo Foro. Um dos objetivos da organização era tentar dialogar com a guerrilha para que o governo e as Farc chegassem a um “acordo que ajude a pôr fim a uma guerra que dura mais de 40 anos”. Há, porém, indícios que apontam para a participação de ao menos um membro da guerrilha em um dos encontros do Foro, em 1996, em El Salvador, o que não prova que o grupo integrou o Foro, mesmo como convidado. Em 2003, Raul Reyes, considerado porta-voz e “número 2” das Farc, disse, em entrevista à Folha de S.Paulo, ter se encontrado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na edição do Foro em San Salvador. E, em 2008, ao comentar a morte de Reyes em um bombardeio na selva equatoriana, o então presidente da Venezuela, Hugo Chávez, lembrou que o conheceu durante a edição do Foro de São Paulo realizada na capital de El Salvador. Entretanto, na gravação, exibida originalmente pela TV estatal venezuelana, Chávez erra o ano do evento ao dizer que seu relato se passou em 1995, e não em 1996.

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REPETIDA 6 VEZES. Em 2019: 21.mar, 21.out, 11.nov. Em 2022: 23.jun, 26.jun, 30.ago.

Tema: Ideologia. Origem: Live

21.mar.2019

“[Hélio Bolsonaro, eleito deputado federal pelo PSL-RJ] Não gastou nada na campanha.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. Segundo a prestação de contas de Hélio Bolsonaro (PSL-RJ), sua campanha gastou R$ 45 mil em despesas, em sua maioria com publicidade por materiais impressos. O montante é o mesmo valor doado por Jair Bolsonaro à campanha. Ainda segundo a prestação de contas, Hélio arrecadou cerca de R$ 75,7 mil.

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Tema: Eleições. Origem: Live

21.mar.2019

“Pagamos de juros por ano o equivalente a um plano Marshal.”

O valor gasto com juros e encargos da dívida é pouco mais da metade de um plano Marshall, diferente do mencionado por Bolsonaro. Por esse motivo a declaração foi considerada EXAGERADA. De acordo com a Bloomberg, o plano Marshall, programa de ajuda econômica dos EUA aos países da Europa Ocidental, injetou US$ 103 bilhões em 16 países entre 1948 e 1952. Em 2018, o Brasil gastou R$ 279,4 bilhões com o pagamento de juros e encargos da dívida pública, de acordo com dados do Ministério da Economia. Em dólares, de acordo com a cotação atual, esse valor é em torno de US$ 72 bilhões. A média das despesas com juros e encargos da dívida nos últimos cinco anos é em torno de R$ 200 bilhões, ou US$ 51 bilhões, valor também inferior ao do Plano Marshall.

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Tema: Economia. Origem: Live

21.mar.2019

“Tendo em vista não termos televisão ou recursos para a campanha [das eleições presidenciais de 2018].”

A declaração do presidente é FALSA. Bolsonaro foi o candidato à Presidência com um dos menores gastos de campanha, mas arrecadou quase o dobro de recursos que utilizou. Além disso, o seu tempo de propaganda em rede nacional de rádio e TV foi pequeno apenas no primeiro turno. Segundo o extrato final da prestação de contas, a campanha de Bolsonaro gastou R$ 2.456.215,93 e arrecadou R$ 4.390.140,36. Já o tempo de TV no primeiro turno é definido de acordo com o tamanho da bancada eleita para a Câmara dos Deputados na última eleição. Quando coligações são formadas, o tempo a que cada sigla tem direito é somado. Em 2018, Bolsonaro, que não fez coligações, teve oito segundos de tempo de propaganda no rádio e na TV no primeiro turno. No segundo, no entanto, quando enfrentou o petista Fernando Haddad, teve direito a dez minutos, assim como seu oponente.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 21.mar, 23.mar, 02.abr.

Tema: Eleições. Origem: Entrevista

20.mar.2019

“Mercado de caminhões e ônibus cresce 61,2% nos primeiros dois meses de 2019. As vendas de caminhões foram de 6,9 mil unidades, acréscimo de 70,2% a mais que as 4 mil do ano passado. 13,9 mil unidades foram comercializadas, significando elevação de 61,2% sobre as 8,6 mil de 2018.”

A informação apresentada por Bolsonaro é IMPRECISA. Numa sequência de publicações no Twitter, o presidente, ainda que sem citar a fonte, copiou trechos do texto da Anfavea (Associação Nacional Dos Fabricantes De Veículos Automotores) divulgando os resultados da produção de veículos no país de janeiro a fevereiro de 2019. Bolsonaro, no entanto, cita equivocadamente o dado sobre expansão da venda de caminhões, como sendo um dado referente ao mercado de ônibus e caminhões. No primeiro bimestre de 2019, houve crescimento de 61,2% nas vendas de caminhão, na comparação com mesmo período de 2018. Levando em conta o mercado de ônibus e caminhões, como menciona Bolsonaro no tweet, a expansão nas vendas foi superior, de 65%, na comparação do primeiro bimenstre de 2019 com o do ano anterior. Os outros dados sobre venda caminhões apresentados no tweet estão corretos. Vale lembrar que Bolsonaro menciona apenas os dados positivos e omite que houve queda nas exportações brasileiras em função da crise econômica na Argentina, principal destino do veículos automotores fabricados no Brasil. As exportações de caminhões e ônibus caíram 60% no primeiro bimestre de 2019, comparado com mesmo período de 2018.

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Tema: Economia. Origem: Twitter

19.mar.2019

“Hoje o Brasil tem um presidente, que não é antiamericano, caso inédito nas últimas décadas.”

Não há registros públicos de que os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, tenham demonstrado qualquer comportamento que possa ser enquadrado como antiamericano enquanto estiveram no poder. Assim, a declaração de Bolsonaro em discurso na Câmara de Comércio Brasil-EUA, foi classificada como FALSA. O Departamento de Estado dos EUA mantém a documentação sobre os motivos e o número de visitas de chefes de Estado ao país. Lula fez oito visitas oficiais aos EUA enquanto exercia a presidência, em 2002, 2003, 2006, 2007, 2008, 2009 (duas vezes) e 2010. Já Dilma Rousseff esteve nos EUA em três ocasiões, em 2011, 2012 e 2015. Durante o governo Temer, o Brasil também recebeu a visita de representantes do governo estadunidense: Mike Pence, vice-presidente dos Estados Unidos, e James Mattis, ex-secretário de Defesa, estiveram no país em 2018, conforme registros do Itamaraty. No caso de Dilma, as relações com o governo americano ficaram estremecidas em 2015, quando o o ex-contratado do governo americano Edward Snowden divulgou documentos sigilosos da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês) que mostravam que a ex-presidente foi alvo de espionagem, com outros 29 integrantes do governo brasileiro. Em relação ao comércio entre os dois países, as exportações brasileiras para os EUA cresceram de US$ 16 bilhões em 2003, para US$ 28 bilhões em 2018. As importações também se avolumaram nesse período, passando de US$ 9 bilhões em 2003 para US$ 28 bilhões em 2018. Os dados são do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 17.mar, 18.mar, 19.mar.

Tema: Ideologia, Relações internacionais. Origem: Discurso

19.mar.2019

“Na questão também do etanol de milho [dos Estados Unidos], que está entrando, entra no Brasil com a taxa de 25%”

Desde a publicação da Resolução 72 da Camex (Câmara de Comércio Exterior), em setembro de 2017, o Brasil isenta de impostos de importação parte do volume adquirido. Segundo o texto, o volume não pode passar de 150 milhões de litros trimestrais, caso contrário, será cobrada uma alíquota de 20% pela aquisição fora da cota. A medida vale até setembro de 2019.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 18.mar, 19.mar.

Tema: Economia, Relações internacionais. Origem: Entrevista

18.mar.2019

“Não sou homofóbico, não.”

A declaração é CONTRADITÓRIA porque Bolsonaro já proferiu falas homofóbicas em diversas ocasiões. Em entrevista à Fox News em março de 2018, o presidente afirmou que pessoas até podem ter relações homossexuais, mas “nós não podemos permitir trazer essa discussão para a sala de aula” e que “a definição de família é apenas a existente na Bíblia”. Em 2013, em entrevista ao canal do YouTube TWTV, Bolsonaro disse que preferia um “filho viciado a um filho gay” e, em 2014, em entrevista ao El País, que a maioria dos gays foram influenciados por “amizade e consumo de drogas” e “apenas uma minoria nasce com defeito de fábrica”. O presidente também já foi condenado por declarações homofóbicas. Em março de 2011, o TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) condenou Bolsonaro a pagar R$ 150 mil, em razão de danos morais coletivos por declarações consideradas homofóbicas em sua participação no Programa CQC, da TV Bandeirantes. Na ocasião, o então deputado federal afirmou que não corria o "risco" de ter um filho homossexual, já que eles haviam sido muito bem educados.

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REPETIDA 4 VEZES. Em 2019: 18.mar, 23.dez, 26.dez. Em 2020: 27.ago.

Tema: Família Bolsonaro, Preconceitos. Origem: Discurso

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