Poster do agregador

20.fev.2020

“Passamos um ano e dois meses, praticamente, zero no tocante à corrupção.”

A declaração é FALSA, porque há integrantes do governo que são investigados pela Polícia Federal ou pelo Ministério Público por suspeitas de corrupção e outros delitos ligados à administração pública. Este mês, a PF abriu inquérito para investigar o chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo, Fábio Wajngarten, por suspeita de corrupção passiva, peculato e advocacia administrativa. Ele é sócio da FW Comunicação e Marketing, que tem contratos com emissoras de TV e agências de publicidade que recebem recursos direcionados pela Secom. Bolsonaro também mantém no cargo ministros que são investigados por casos que ocorreram antes de serem nomeados. Em 2019, Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) foi denunciado pelo Ministério Público de Minas por suspeita de desvio de verbas públicas nas eleições de 2018 por meio de candidaturas-laranjas no PSL, que era presidido por ele no estado. Já Ricardo Salles (Meio Ambiente) é investigado pelo MP de São Paulo por suspeita de enriquecimento ilícito entre 2012 e 2017, quando ocupou cargos públicos no governo paulista, e por supostamente pressionar policiais para mudar laudo que era prejudicial à empresa para a qual advogava entre 2014 e 2016. Onyx Lorenzoni (Cidadania), por sua vez, é investigado pelo recebimento de R$ 300 mil de caixa dois entre 2012 e 2014.

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REPETIDA 249 VEZES. Em 2019: 15.dez, 23.dez, 24.dez, 26.dez. Em 2020: 10.jan, 06.fev, 20.fev, 03.mar, 09.mar, 16.mar, 20.mar, 22.abr, 28.abr, 05.mai, 22.mai, 28.mai, 26.jul, 30.jul, 02.ago, 13.ago, 07.out, 08.out, 11.out, 15.out, 22.out, 29.out, 09.nov, 25.nov, 29.nov, 08.dez, 10.dez, 15.dez, 19.dez, 24.dez, 31.dez. Em 2021: 07.jan, 11.jan, 12.jan, 15.jan, 18.jan, 08.fev, 11.fev, 20.fev, 04.mar, 07.abr, 27.abr, 05.mai, 08.mai, 11.mai, 13.mai, 10.jun, 15.jun, 18.jun, 21.jun, 24.jun, 25.jun, 07.jul, 12.jul, 13.jul, 18.jul, 19.jul, 21.jul, 22.jul, 26.jul, 27.jul, 29.jul, 31.jul, 02.ago, 04.ago, 05.ago, 06.ago, 17.ago, 19.ago, 23.ago, 24.ago, 25.ago, 28.ago, 30.ago, 31.ago, 09.set, 10.set, 15.set, 17.set, 21.set, 23.set, 24.set, 30.set, 09.out, 13.out, 14.out, 18.out, 20.out, 21.out, 24.out, 25.out, 27.out, 07.nov, 09.nov, 10.nov, 19.nov, 22.nov, 23.nov, 25.nov, 26.nov, 02.dez, 07.dez, 09.dez, 10.dez, 15.dez, 19.dez, 27.dez, 30.dez, 31.dez. Em 2022: 06.jan, 12.jan, 20.jan, 31.jan, 02.fev, 07.fev, 09.fev, 10.fev, 11.fev, 12.fev, 16.fev, 18.fev, 21.fev, 23.fev, 24.fev, 25.fev, 28.fev, 04.mar, 07.mar, 16.mar, 21.mar, 22.mar, 23.mar, 27.mar, 04.abr, 08.abr, 11.abr, 12.abr, 15.abr, 05.mai, 12.mai, 30.mai, 02.jun, 08.jun, 15.jun, 18.jun, 24.jun, 09.jul, 23.jul, 24.jul, 27.jul, 30.jul, 22.ago, 24.ago, 03.set, 06.set, 07.set, 11.set, 13.set, 14.set, 16.set, 17.set, 20.set, 24.set, 29.set, 04.out, 12.out, 14.out, 21.out, 23.out, 26.out, 27.out, 28.out.

Tema: Corrupção. Origem: Live

Em 1.459 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.685 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 30 de Dezembro, 2022


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27.mar.2019

“Eu nunca critiquei a China.”

Bolsonaro já desferiu diversas críticas à China, principalmente durante o período eleitoral. Em entrevista à Bloomberg, em outubro de 2017, o então pré-candidato disse que o país "não tinha coração", sugerindo que, caso eleito, restringiria o acesso de chineses a setores considerados por ele como estratégicos do Brasil. Durante a campanha, mais de uma vez, Bolsonaro disse que a China não estava comprando no Brasil, mas sim comprando o Brasil. Em entrevista à Jovem Pan, em setembro de 2018, Bolsonaro voltou a dizer que "não podemos permitir que a China ou qualquer outro país, em vez de comprar no Brasil, venha comprar o Brasil". Já em outubro do mesmo ano, Bolsonaro disse que "se você for vender para o capital chinês, você não está privatizando, você está estatizando para a China". Em novembro de 2018, um editorial no jornal China Daily alertou Bolsonaro sobre possíveis impactos econômicos se ele, de fato, rompesse acordo comerciais com Pequim, como fez Trump. Segundo o editorial, Bolsonaro teria se referido à China como um "predador que busca dominar setores-chave da economia brasileira".

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 27.mar.

Tema: Relações internacionais. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“Da minha parte, zero problema com a China.”

Bolsonaro já desferiu diversas críticas à China, principalmente durante o período eleitoral. Em entrevista à Bloomberg, em outubro de 2017, o então pré-candidato disse que o país "não tinha coração", sugerindo que, caso eleito, restringiria o acesso de chineses a setores considerados por ele como estratégicos do Brasil. Durante a campanha, mais de uma vez, Bolsonaro disse que a China não estava comprando no Brasil, mas sim comprando o Brasil. Em entrevista à Jovem Pan, em setembro de 2018, Bolsonaro voltou a dizer que "não podemos permitir que a China ou qualquer outro país, em vez de comprar no Brasil, venha comprar o Brasil". Já em outubro do mesmo ano, Bolsonaro disse que "se você for vender para o capital chinês, você não está privatizando, você está estatizando para a China". Em novembro de 2018, um editorial no jornal China Daily alertou Bolsonaro sobre possíveis impactos econômicos se ele, de fato, rompesse acordo comerciais com Pequim, como fez Trump. Segundo o editorial, Bolsonaro teria se referido à China como um "predador que busca dominar setores-chave da economia brasileira".

FONTE ORIGEM

REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 27.mar.

Tema: Relações internacionais. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“Nós defendemos os direitos humanos, sim.”

Não foram poucas as vezes que Bolsonaro se disse contrário aos direitos humanos. Antes de ser eleito presidente do Brasil, ele apareceu em foto publicada pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), segurando uma camiseta com a frase "Direitos Humanos: esterco da vagabundagem", disse em uma de suas carreatas de campanha que "conosco não haverá essa politicalha de direitos humanos" e prometeu que, caso fosse eleito, tiraria o Brasil da Comissão de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas). Houve momentos em que Bolsonaro relativizou a tortura, como quando, referindo-se ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, disse que "abominamos a tortura, mas naquele momento vivíamos na guerra fria”. Existem também vários exemplos de frases em que Bolsonaro condenou a homossexualidade: "O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um couro, ele muda o comportamento dele. Tá certo?". Após a eleição, Bolsonaro mudou um pouco o discurso, dizendo que defenderia os "verdadeiros direitos humanos", como falou em seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos.

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Tema: Direitos e Assistência Social. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“Se eu falei do Pinochet foi quando eu fui dar posse ao diretor em Itaipu binacional.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. Ele não mencionou o nome de Pinochet em nenhuma das declarações públicas durante a cerimônia de posse do diretor geral Brasileiro da usina hidrelétrica Itaipu Binacional. O presidente mencionou e elogiou outro ditador, o General Alfredo Stroessner.

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Tema: Ideologia, Relações internacionais. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“[O médico cubano] não podia trazer a família para cá.”

Em coletiva de imprensa, Bolsonaro defendeu a vinda de familiares dos médicos cubanos como condição para continuidade do programa Mais Médicos. A afirmação mentirosa, uma vez que era permitido, sim, que médicos tragam suas famílias ao Brasil. Vale lembrar que o presidente eleito já se opôs, em agosto de 2013, ao artigo 18 da lei 12.871, que permite o visto temporário para dependentes dos médicos estrangeiros que participam do Mais Médicos. À época, Bolsonaro alegou que "agentes cubanos" poderiam vir como "dependentes dos médicos" e que isso representaria um "perigo" à democracia brasileira. Por esse motivo, a declaração de Bolsonaro foi considerada CONTRADITÓRIA.

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REPETIDA 5 VEZES. Em 2019: 14.fev, 27.mar, 12.mai, 24.set, 11.dez.

Tema: Saúde. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“Se você for procurar o Diário do Congresso de 2 de abril de 1964, ele não existe mais.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. Tanto no site da Câmara quanto no do Senado Federal é possível encontrar o registro do Diário do Congresso da sessão do dia 2 de abril de 1964. O presidente faz a declaração falsa ao comentar sobre o projeto de resolução aprovado pelo Congresso, em 2013, que anulou a sessão legislativa que destituiu o ex-presidente da República João Goulart do cargo em 1964. A resolução aprovada buscava "retirar o caráter de legalidade do golpe militar", mas não mencionava nenhuma exclusão dos registros históricos da sessão.

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REPETIDA 10 VEZES. Em 2019: 27.mar. Em 2021: 01.abr, 14.abr, 13.mai, 03.jun, 24.nov. Em 2022: 08.ago, 08.set.

Tema: Congresso, Ditadura. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“Via projeto de decreto legislativo, proposto pelo PT e apoiado por quase todos, dois ou três votaram contra, resolveram, olha só Datena, resolveram tornar inexistente a seção de 2 de abril de 64.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. O presidente erra ao comentar sobre o projeto de resolução aprovado pelo Congresso, em 2013, que anulou a sessão legislativa que destituiu o ex-presidente da República João Goulart do cargo em 1964. A resolução aprovada buscava "retirar o caráter de legalidade do golpe militar", mas não mencionava nenhuma exclusão dos registros históricos da sessão.

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REPETIDA 10 VEZES. Em 2019: 27.mar. Em 2021: 01.abr, 14.abr, 13.mai, 03.jun, 24.nov. Em 2022: 08.ago, 08.set.

Tema: Congresso, Ditadura. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“As nossas Forças Armadas sempre tiveram ao lado do povo e da liberdade.”

Desde o golpe militar que levou à proclamação da República em 1889, as Forças Armadas tem, com mais ou menos força, influência no processo político brasileiro. Ao contrário, do que afirma Bolsonaro, nem sempre as Forças Armadas defenderam a democracia. Em 1964, o marechal Humberto Castelo Branco assumiu a presidência por eleição indireta com compromisso de convocar nova eleição presidencial em 1965. Castelo Branco não só não convocou as eleições como cassou políticos de opositores e funcionários públicos, determinou que as eleições fossem indiretas, criando a oportunidade da instituição de um período de ditadura militar no país. Vale lembrar que as Forças Armadas não são homôgeneas e em vários momentos da história nacional houve divergência entre setores militares legalistas e golpistas. Além disso, os militares tiveram atuações em favor da manutenção democrática, quando, em 1956, por exemplo, o general Henrique Lott atuou para garantir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek, em um período de conspirações golpistas pós-suicídio de Getúlio Vargas.

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REPETIDA 10 VEZES. Em 2019: 07.mar, 27.mar, 08.abr, 15.jun, 23.nov. Em 2020: 15.jun, 13.nov. Em 2021: 15.jan.

Tema: Forças Armadas. Origem: Entrevista

27.mar.2019

“O cara [médico cubano] tava aqui recebendo 25% do salário dele.”

É fato que o governo cubano recebia uma porcentagem do salário dos médicos integrantes do programa Mais Médicos, mas não é possível determinar o montante exato. Declarações públicas do ministro da Saúde do governo Dilma Rousseff, Arthur Chioro, e documentos apensados a processos judiciais de médicos cubanos indicam que era em torno de 70% do valor da bolsa recebida pelos profissionais. Não há, no entanto, informações oficiais públicas sobre qual era de fato a porcentagem. Como não há dados que possibilitem verificar o que diz o presidente, a sua declaração foi classificada como INSUSTENTÁVEL.

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REPETIDA 9 VEZES. Em 2019: 27.mar, 24.set. Em 2021: 13.jul, 22.jul, 17.ago, 10.set. Em 2022: 18.abr, 22.jun, 02.ago.

Tema: Saúde. Origem: Entrevista

25.mar.2019

“Todos os 16 lotes tiveram propostas ao contrário do que ocorria em leilões anteriores.”

A declaração de Bolsonaro sobre o leilão de transmissão realizado em dezembro de 2018 é FALSA, pois nos dois leilões anteriores de transmissão (em agosto de 2018 e dezembro de 2017), houve proposta para todos os lotes ofertados, de acordo com dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Além disso, os leilões anteriores foram mais competitivos também. O leilão de dezembro do ano passado teve uma média de 8,34 proponentes por lote, em agosto do mesmo ano e em dezembro de 2017, a disputa teve 10,8 e 14 proponentes em media por lote. O interesse dos investidores nos leilões de transmissão aumentou a partir de 2016, quando houve mudanças nas regras das concessões, com mais tem para construção das linhas de transmissão e maiores taxas de retorno.

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Tema: Economia. Origem: Discurso

24.mar.2019

“Como esperado, uma plataforma de planejamento de viagens mostrou que a procura de estrangeiros interessados em visitar o Brasil já cresceu 36% após anunciarmos a liberação de visto para turistas da Austrália, Estados Unidos, Canadá e Japão. ”

A declaração de Bolsonaro cita de forma distorcida os dados de um levantamento do site de viagens Kayak. De acordo com a base de dados do Kayak, em 21 de março, três dias após o presidente anunciar o fim da exigência de vistos para turistas dos Estados Unidos, do Canadá, do Japão e da Austrália, houve aumento de 22,5% nas buscas de voos saindo dos aeroportos desses quatro países para o Brasil. O aumento de 36% mencionado pelo presidente refere-se apenas ao crescimento na busca por voos da Austrália para o Brasil. Nos EUA, o aumento de pesquisa por voos para o Brasil foi de 31%, no Canadá, 19% e no Japão, apenas 4%. A Kayay comparou as buscas em 21 de março com a média diária de buscas entre 18 e 20 de março de 2019, para viagens de 01 de abril a 31 de dezembro de 2019, segundo informou a assessoria de imprensa da empresa a Aos Fatos.

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Tema: Relações internacionais, Turismo. Origem: Twitter

23.mar.2019

“Nunca estive envolvido em nenhum problema dentro do Parlamento.”

A informação é FALSA, porque, ao longo de seus 28 anos como deputado federal, Jair Bolsonaro se envolveu em uma série de brigas com outros parlamentares. Em 2011, discutiu com o então deputado Cândido Vaccarezza, que era líder do governo na Câmara, durante uma coletiva que anunciava a criação da Comissão da Verdade para investigar crimes ligados à ditadura. Em 2014, em resposta a um discurso que também defendia a investigação de crimes cometidos durante a ditadura, o então deputado federal disse à colega Maria do Rosário (PT-RS) que não a estupraria porque ela "não merecia". Dois anos mais tarde, o então deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em Bolsonaro, que supostamente o teria ofendido durante uma sessão.

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Tema: Congresso, Família Bolsonaro. Origem: Discurso

23.mar.2019

“Nós escolhemos um ministério exclusivamente técnico. ”

Na fase de transição de governo, quando sua equipe era montada, Bolsonaro não estabeleceu alianças do mesmo modo que administrações anteriores costumavam fazer. Suas negociações com o Congresso têm sido guiadas por interlocutores de bancadas, e não exclusivamente dos partidos (o Legislativo terá maior fragmentação partidária do que em gestões anteriores). Isso não significa, no entanto, que não haja interesses políticos em jogo. O presidente, que recebeu apoio das bancadas ruralista e evangélica durante a campanha, integrou membros das respectivas frentes parlamentares em sua equipe de governo. Essas bancadas têm interesses políticos bem claros: a bancada ruralista pressionou por dar aval ao indicado ao Ministério do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que teve apoio de entidades ligadas ao setor, além do ramo da construção civil. Já a bancada evangélica interferiu na escolha do ministro da Educação, inicialmente Bolsonaro cogitou o nome do educador Mozart Neves Ramos. A indicação foi criticada publicamente pelos evangélicos: "pelo que é sabido, ele tem um posicionamento ideológico totalmente diferente dos conceitos e princípios da bancada evangélica”, comentou à época, deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), ligado à Assembleia de Deus. Com as críticas, Ricardo Vélez, mais simpático às bandeiras evangélicas, foi nomeado como ministro da Educação.

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REPETIDA 73 VEZES. Em 2019: 01.jan, 02.jan, 22.jan, 07.mar, 23.mar, 02.abr, 05.mai, 11.jun, 30.jun, 01.ago, 25.out, 30.out, 27.nov, 02.dez. Em 2020: 01.jan, 03.jan, 04.jan, 16.jan, 10.mar, 05.abr, 08.jul, 29.ago, 24.set, 08.out, 15.out, 16.out, 22.out, 06.nov, 29.nov, 15.dez. Em 2021: 07.abr, 26.abr, 14.mai, 12.jun, 01.jul, 20.jul, 21.jul, 29.jul, 31.jul, 14.ago, 02.set, 05.set, 14.out, 27.out. Em 2022: 06.jan, 14.jan, 11.fev, 16.mar, 18.mar, 13.abr, 25.abr, 26.abr, 12.mai, 25.jul, 26.jul, 30.jul, 14.ago, 19.ago, 22.ago, 23.ago, 28.ago, 13.set, 29.set, 04.out, 14.out, 20.out, 27.out, 30.dez.

Tema: Equipe de governo. Origem: Discurso

23.mar.2019

“Nós gastamos por ano, por volta de meio trilhão de reais com juros e encargos.”

O valor gasto com juros e encargos da dívida é metade do mencionado por Bolsonaro. Em 2018, o Brasil gastou R$ 279,4 bilhões com o pagamento de juros e encargos da dívida pública, de acordo com dados do Ministério da Economia. Para 2019, o governo prevê que essa despesa financeira atinja R$ 378,9 bilhões, ainda assim menos do que o valor de meio trilhão dito por Bolsonaro.

FONTE ORIGEM

Tema: Economia. Origem: Discurso

23.mar.2019

“Lá em 2004, tivemos aquela história do mensalão.”

Mensalão é o nome dado ao escândalo de corrupção política mediante compra de votos de parlamentares pelo PT para garantir apoio ao governo Lula no Congresso em 2003 e 2004. O esquema ilegal foi revelado por Roberto Jefferson, ex-deputado federal e presidente do PTB, que denunciou o mensalão em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, de junho de 2005. Nela, Jefferson acusou o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares de distribuir R$ 30 mil para cada deputado de PL e PP em troca de apoio na Câmara dos Deputados. A denúncia do mensalão foi apresentada em 2006 e transformada em ação penal em 2007, levando a condenação de 24 réus pelo STF.

FONTE ORIGEM

Tema: Corrupção. Origem: Discurso

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